O sonho.

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Quanto mais não se aceita o quanto sua vida é o que é, mais o escape da miséria está no ponto onde se quer chegar. Quanto mais não se aceita a vida mais se olha para fora, com a esperança de que o que está fora melhorará o que está dentro. Mais se espera de alguém, do meio, menos se olha para dentro. O sonho pode se tornar um escape do agora, ninguém se pergunta se o que motivou o sonho, segurança, amor, felicidade, serão sanados no momento que se alcança o sonho. Ou se o sonho se realizar, imediatamente recorresse a um novo sonho e assim por diante, inventamos novos sonhos. E nunca chegamos lá. O lá nunca é o aqui, está sempre a chegar. Ao conseguir olhar o que realmente se quer alcançar quando se cria um sonho, pode-se resolver agora a questão. É uma questão de sensação, o que se busca é uma sensação, de segurança ,de amor, etc.. As sensações são como a água tendem a fluir. Por isso não é garantida a sensação ao realizar o sonho. Alguns mestres, monges abandonam tudo e mesmo assim vivem a abundância e realização. Por quê? Entender que as emoções fluem, e sempre fruirão, é uma grande realização, pois agora pode-se abandonar o sonho, abandonar o lá e se voltar para o aqui. Pode ser que aquele sonho se realize, mas pode ser que outra coisa ainda melhor venha. Os mestres falam de encontrar o caminho, o objetivo vira por si só!

 

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